Acabou.
Nada mais a de se fazer. Resta esperar, "a vida não é assim?"
Menina danada, fico aqui nas lembranças daquela monotonia desejada. Na vontade de ter andado de bicicleta pela rua à fora mais vezes. De ter abraçado mais: carne, osso e sentimentos. Ai ai... madrugadas de mãos cheias de estórias pra contar nos cadernos velhos que só nessa época são pegados com vigor.
Séries esperadas e assistidas orgulhosamente. Momentos de zuação. De comilança sem preocupação! De vestir qualquer coisa! De não calçar nada!De rir e observar aquela planta que sempre está ali.
Ela me despedaçou, eu a desejei e a cobri de beijos até cair a boca! Mas a danada é menina má, me deixou aqui, na depressão da palavra "pós".
E como sempre deixou aquele bilhete, com as seguintes palavras:
"Volto daqui a 4 meses, te amo também." (Como ela se acha! Mas eu amo mesmo assim.)
Menina danada, fico aqui nas lembranças daquela monotonia desejada. Na vontade de ter andado de bicicleta pela rua à fora mais vezes. De ter abraçado mais: carne, osso e sentimentos. Ai ai... madrugadas de mãos cheias de estórias pra contar nos cadernos velhos que só nessa época são pegados com vigor.
Séries esperadas e assistidas orgulhosamente. Momentos de zuação. De comilança sem preocupação! De vestir qualquer coisa! De não calçar nada!De rir e observar aquela planta que sempre está ali.
Ela me despedaçou, eu a desejei e a cobri de beijos até cair a boca! Mas a danada é menina má, me deixou aqui, na depressão da palavra "pós".
E como sempre deixou aquele bilhete, com as seguintes palavras:
"Volto daqui a 4 meses, te amo também." (Como ela se acha! Mas eu amo mesmo assim.)
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