"Entre o bafo e o desconhecido, desabafo nesses escritos."
16 anos
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Saudade daquele tempo...que as ondas do mar me traziam sonhos ingenuos, que as viagens renovavam os dias de uma vez, que as lembranças eram simplesmente urgentes!
❤️🔥 Eu preciso te odiar E ainda que eu ande pelo vale dos fdp, não me tornarei um deles é preciso saber ser filha é preciso saber ser puta que ano é, que ano nada doce, porque muitas são as voltinhas dadas lá fora, muitas são as voltinhas observadas por dentro, porque é preciso levantar a cabeça, mastigar e engolir o processo me proteger agora mesmo de você E depois de alguns “meu Deus”, sempre vem um “agora eu entendi” Ressignificações, quebra de paradigmas, eu enfrentando todos os meus medos eu querendo viver seu bolo e meu desgosto seu aniversário e minha despedida eu e minhas coragens meu medo de estar sendo observada eu tendo que ser maior do que eu passei medos em segredos passei noites em claro memórias, descarregos e desapegos… do que era sínico do que era porco do que era mal do que parecia ser o que não era do que era uma merda gigante em segredo… por que tantas mentiras? quem é você a...
Teu nome iniciado com espécie de flor me causa agora vários espinhos. Sinto vontade de voltar para um lugar que não existe mais há muito tempo, sinto medo da minha saudade se descoberta me fazer ser assassinada em pensamento por você. Teu nome iniciado com a espécie da flor mais misteriosa que existe, agora me causa lágrimas em todo ponto que me faz lembrar quem fomos. Chorar por tudo que parecia ser puro, uma versão minha que nem se quer pode ousar em existir a essa altura do campeonato. Sinto vontade de nunca mais te ver e ao mesmo tempo sinto medo, muito medo de não conseguir me despedir de você. Quem é que vai morrer primeiro? Quem é que vai ter justiça primeiro? Teu nome iniciado com a espécie de flor especialista no amor, me causa dor e saudade as segundas, quartas e sextas. Eu queria passar de carro pela tua rua, e deixar gasolina, acender um fósforo acidentalmente, queimar aquela calçada fedida e cheia de restos de comida, em que já sorrímos e...
meio água meio abaporu na praia meio costurada e tropicalizando na cicatrização de uma parte da alma mês 6 que mês meio besta meio fera meio mordido, mês que voou como um carcará, comendo minhas decisões firmes e caminhos necessários, não me mando do vento atento eu sigo desvinculo desvinculo e arremeço novas estradas novos degraus passagem esquisita nostalgia cinza limites e medos enfrentam-se ao som da quadrilha, da reta final do texto, da linha que passa pelo rio tocantins, do teto de palha de Filadélfia, do limão que me ascende na caipirinha que traz o mês 7 perfeito e assombrado eu me levanto meio arranhada, descoberta, me misturo entre lágrimas, rio, cachoeiras e sorrisos pólvora… e adeus mulher! adeus e madrugada ê… um fluxo, um desmanche, com tintas de sol, travessia, segredos, com tintas de calor, mentirinhas e receios… verdade ou consequência? quem posso ser agora? tenho sede do que parece e vem sendo desenhado a lápis algo se esvai e fica apenas e essencialmente poético. (pr...
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